sexta-feira
namoradoooo 14052010
um, dois, três era uma vez? não outra vez não; nem tudo começa com um era uma vez, e muito menos acaba num para sempre. hoje, eu não quero ouvir um era uma vez, mas quero ter a certeza que no final da nossa página vai estar um para sempre. quando estou contigo, não sou só eu, não somos dois, somos um só, um nós realmente importante que me faz ficar todo o dia a olhar para ti, e a dizer que te amo. um mês, de muitos anos. quero cumprir a promessa de ficar contigo, durante muitos anos, criar uma felicidade junto de ti, e todos os dias te lembrar que te amo. quero sentir os teus lábios tocarem nos meus, todas as manhãs, todas as tardes, todas as noites. um amor assim eu nunca vi. (aceitas casar comigo carolina gil cazenave? sim aceito :$). quero acordar todos os dias com uma mensagem tua no meu telemóvel; quero continuar a fechar os olhos e a sonhar contigo, e ser a menina mais feliz quando te vejo a sorrir. ir ás estrelas, e gritar a toda a gente que és tudoooo. contigo, tudo é tão fácil, tu vês o real eu em mim. contigo eu sou capaz de passar horas a fio, sou capaz de ficar horas, a refilar contigo, a passear de mão entrelaçada contigo. quero-te sussurrar que te amo, chega-te perto de mim, não tenhas medo, eu vou ficar aqui, só te quero dizer que te amo, mais que tudo e todos :$
quarta-feira
one letter
como é possível ter tanta raiva, naquele que eu já amei? ainda te lembras de quem eu era? da pequenina criança que eu era na altura em que me conheceste? ainda te lembras como eu precisava do teu apoio acima de tudo? queria saber se ainda te lembras de como tudo começou, mas na realidade, nem do meu nome te deves lembrar. fui apenas (mais) uma nessa tua longa lista, fui uma carta a mais nesse teu baralho, porque nunca pensaste que eu te amasse, nunca puseste isso em questão, porque na realidade, era o teu ex-melhor amigo que me chamava á atenção, eram os seus gestos que me faziam gostar dele, estar apaixonada por ele. mas os dias passavam, e tu vinhas cada vez mais para perto, enquanto ele se afastava, tu aproximavas-te de mim, vinhas cada vez mais para perto, e deixavas o meu coração cheio de dúvidas. enquanto ele se afastava, tu vinhas para perto de mim, vias-me a chorar, e limpas-te-me cada lágrima. as mensagens começaram a tornar-se frequentes, até que chegou o dia em que ele apanhou porrada. lembro-me de estar em pânico a assistir dos campos, toda eu tremia, cheia de medo, e completamente sozinha. não sabia o que ia acontecer, apenas queria ser forte o suficiente para me chegar perto de quem lhe estava a fazer mal, e gritar para PARAR. e foi então que o meu telefone tocou, lembro-me que estava no chão, porque só chorava, porque estava em pânico, e com as lágrimas nos meus olhos eu não conseguia ler o que se estava a suceder, não percebia a mensagem. e foi então que limpei as lágrimas e li "onde estás? estou preocupado. não faças nada de mal, tudo vai ficar bem. amo-te (L)". fora a primeira vez que me tinhas dito um "amo-te" e com ele trouxes-te a minha alegria de volta, fizeste desaparecer todas as duvidas existentes no meu pequeno coração. percebi que ao longo daquele mês tinhas vindo para o meu lado, tinhas-te tornado no meu melhor amigo. eram 1500 mensagens que faziam parte da nossa história, que criavam o nosso dia-a-dia, mas que acima de tudo me ajudaram a esquecer uma paixão. durante 4 meses tivemos tudo para ser os melhores, tivemos tudo para construir uma história real, e para a tornar num para sempre, mas houveram tantas coisas que se meteram no meio. a felicidade de ambos, fazia com que nao ficassemos juntos para sempre, como eu tinha querido, como tu tinhas prometido. tu dizias que iamos fazer anos, e anos. que iamos lutar por um impossivel de realizar, que iamos ser um casal sensação, mas que acima de tudo me ias tornar na tua rainha.
hoje, passado um ano, eu encontro várias cartas espalhadas nas gavetas, cartas co segredos nossos, coisas que já nem me lembrava. senti saudades, mas não chorei, não queria, e não conseguia. senti apenas necessidade de ouvir a nossa música, e quando ela começou a tocar, eu não a associei a ti, associei-a á nossa antiga amizade, ao meu antigo modo de viver.
hoje, passado um ano, eu encontro várias cartas espalhadas nas gavetas, cartas co segredos nossos, coisas que já nem me lembrava. senti saudades, mas não chorei, não queria, e não conseguia. senti apenas necessidade de ouvir a nossa música, e quando ela começou a tocar, eu não a associei a ti, associei-a á nossa antiga amizade, ao meu antigo modo de viver.
sexta-feira
cinco e sete - irmãs

queria-te dizer tantas coisas, mas tu não és de cenas lamechas. queria-te dizer o quanto te amo, e que és tudo na minha vida, mas isso vai te deixar super convencida. já devia ter escrito um texto àquela que vive comigo de manhã á noite, que me vê a dormir, e que vem adormecer comigo. aquela que já me viu a chorar, e que me abraçou com toda a força do mundo. queria escrever um texto lindo, àquela que me preenche os dias com sorrisos, com abraços, com alegrias. sempre me deste força, mesmo sem ambas sabermos. sempre te amei, tal e qual como sei que sempre me amas-te, mesmo quando andamos pela casa aos gritos uma com a outra, mesmo quando somos umas egoistas, e ate mesmo umas crianças.
queria-te agradece por teres nascido há coisa de onze anos e por teres vindo preencher ainda mais a minha vida, quando eu achava que já tinha tudo. acima de tudo és a minha melhor amiga, a minha irmã. aquela que eu vou querer ver crescer, que eu vou apoiar sempre, e que nunca vou deixar cair. sei que vais ser sempre a pessoa mais sincera, e sei que vais ser sempre aquela que me vai amar para toda a minha vida. sabes que aqui a tua irmã mais velha vai estar sempre pronta para te ajudar quando mais precisares, vou-te dar sempre a mão quando te apunhalarem pelas costas, tambem te vou dar sempre os parabens quando trouxeres um muito bom para casa, ou ate mesmo quando formos ver as tuas notas, e virmos que o teu nome está no quadro de honra. sempre que quiseres, entra pelo meu quarto a correr com um livro na mão para eu te ler um história, chama-me a meio da noite, grita quando tiveres um pesadelo, e ai vou estar eu a deixar-te tranquila. pequenas recordações, levam-me a dia cinco de novembro de 1999, eras uma coisa tão pequenina, que eu até tinha medo de te pegar, pois tinha medo que te partisses. desde esse dia que és tudo na minha vida, que és o meu orgulho, e ao olhar para ti eu sinto que a minha vida faz todo o sentido, e é contigo que eu sou feliz, contigo eu aprendi tantas coisas, aprendi a fazer mil e uma coisas, e sou capaz de ficar horas contigo, a falar, a discutir, e até mesmo a dizer que és feia (AA). eu até posso dizer que te odeio, mas é mentira, porque na realidade eu amo-te mais que qualquer coisa, tu és tudo na minha vida. AMO-TE (L)
segunda-feira
histórias de encantar
era uma vez (...) e viveram felizes para sempre. FIM
e era assim que todas as noites ela adormecia depois de a avó lhe contar uma história e lhe desejar bons sonhos. apaga as luzes, e esta adormece, como uma pequenina princesa. viaja para longe, durante uma noite, e dentro da sua cabeça tudo acontece. esta noite pode ser uma pop star, mas amanha já pode ser uma princesa. vive cada noite como uma lutadora, vence sempre, tudo o que tem a vencer, e é feliz. faz de tudo para ser quem quer, e durante umas horas esquece tudo o que existe de mau. e quando acorda na manhã seguinte tem sempre uma nova historia para contar.
e era assim que todas as noites ela adormecia depois de a avó lhe contar uma história e lhe desejar bons sonhos. apaga as luzes, e esta adormece, como uma pequenina princesa. viaja para longe, durante uma noite, e dentro da sua cabeça tudo acontece. esta noite pode ser uma pop star, mas amanha já pode ser uma princesa. vive cada noite como uma lutadora, vence sempre, tudo o que tem a vencer, e é feliz. faz de tudo para ser quem quer, e durante umas horas esquece tudo o que existe de mau. e quando acorda na manhã seguinte tem sempre uma nova historia para contar.
domingo
nove um
é engraçado como tudo muda de um dia, para uma noite; é lindo de se assistir a uma bela história de amor, tal e qual como a nossa foi. e sei que muita gente gostou de assistir, àquilo que foi o nosso era uma vez. mas não foi lindo a maneira de como tudo acabou, foi tudo de uma forma tão (...) repentina, tudo tão rápido, que nem tive tempo para te dizer o quanto te amava, o quão especial para mim eras. queria-te ter dito tantas coisas, coisas lindas de se ouvirem, coisas que só te iam deixar ainda mais convencido, mas isso não interessa. na realidade, aquilo que foi a nossa história morreu naquele sitio onde nasceu, ficou lá enterrada, mesmo que quando eu tenha entrado nesta escola, ainda te amasse e precisasse de ti de uma forma que nem eu sei explicar. a "magia" desapareceu, para ti, e com o passar do tempo deixas-te que magia do meu amor por ti, também morresse, fizeste tudo, e deste-me todas as razões para eu te odiar, para eu fazer tudo, menos amar-te. mas mesmo assim eu encontrava-te naqueles sítios onde era costume parares com os teus amigos, e sentia o quanto te amava. hoje a imaginação volta, principalmente, quando me cruzo contigo, ai recordo-me de tantas coisas. acredito, que te afastas-te só para o meu bem, só para a minha felicidade, e eu entendo isso, mas vou-te dizer para não voltares a cometer um erro tão grande, novamente. essa tua decisão magoou-me tanto, fez tudo ser mais difícil e abriu ainda mais aquela ferida, tornou as cicatrizes novamente em feridas. eu amava-te mais do que qualquer coisa, eu fazia qualquer coisa para te ter. eu conheci-te quando eras a melhor pessoa do mundo, quando ias a qualquer lugar por aqueles que amavas, quando fazíamos os nossos planos de futuro, quando dizias que me amavas e que eu era tudo na tua vida.
tudo acabou, mas eu sei que no fundo foi o melhor, para ambos, juntos não íamos ser felizes, apenas iríamos ter alguma alegria. hoje, mais que nunca quero-te agradecer por me teres deixado da pior forma do mundo, por me teres negado um abraço que me iria levar á lua. se tu não te tivesses afastado, eu sei que não iria aguentar.
obrigada por tudo, pequenino. sê feliz.
sábado
meu, para sempre !
encontrei uma fotografia, espalhada pelo chão do quarto. estavas tão feliz, ainda eras aquele homem forte, que me segurava pela mão para não tropeçar, aquele homem que me pegava ao colo e andava as voltas comigo; olhei de relance para o meu sorriso, e deparei-me que eu era uma criança tão feliz quando tu estavas comigo, tinha um brilho especial no olhar, um brilho de uma pessoa feliz, de alguém que tinha tudo na vida, e na realidade eu tinha tudo, tinha o meu homem comigo, que me dava a mão para andarmos, que corria atrás de mim, quando eu decidia fugir, que me dava balanço nos baloiços, que ia comigo dar comida aos patos lá do lago. ao olhar para a fotografia, senti algo a cair pela cara, eram lágrimas, pequenas gotas de água, que hoje me consomem, cada vez que penso em ti, e cada vez que me lembro que tu já não estás aqui comigo. tenho tantas coisas para te contar, tantos segredos para te segredar, tantas coisas para te confessar. lembro-me que em pequenina dizia quando for grande, eu quero ser como avô. o céu ficou negro naquela longa tarde de abril, e por momentos tudo se passou na minha cabeça, dos tristes momentos, ás alegrias. dos natais, ás festas de anos, aos almoços de domingo, e ás férias de verão. no principio, eu não percebia o porque de não apareceres nos almoços de domingo, e não entendia porque é que o meu homem de força ficava na cama e me dizia que não tinha forças para se levantar, mas depois deparei-me com a missa de corpo presente, e vi-te deitado naquele caixão, sem respirares, apenas estavas presente, mas (...) foi horrivel, e hoje ainda são imagens que me consomem, e o que mais me custa, é ter essa imagem presente, e não a imagem do homem que eras, do meu avô, da minha força, e só a olhar para as fotos, é que me recordo vagamente, que em tempos tiveste força, foste forte ao ponto de me transmitires toda a tua força.
ao tocar na areia, recordo-me que foi naquela areia, que fizemos tantas caminhadas, que demos tantos passeios, areia esta, que brincavamos no verão. ao entrar naquela mansão, sinto-a vazia, e sem muralhas, sem sorrisos, e apenas com vazios, no teu sofá, no teu quarto, no teu escritório. continua tudo igual, tal e qual como tu o deixas-te, ninguem teve coragem, de destruir as tuas coisas.
praia das maçãs, almoçageme. caminhos de ferro, eléctricos, que eu dizia que me elevavam, até ao céu. hoje ando no electrico, e já não me leva ao céu, ao fazer castelos com a prima, já não sou a princesa, contigo eu ia a todo o lado, era tudo quando me davas a mão.
tenho saudades tuas, amo-te @
ao tocar na areia, recordo-me que foi naquela areia, que fizemos tantas caminhadas, que demos tantos passeios, areia esta, que brincavamos no verão. ao entrar naquela mansão, sinto-a vazia, e sem muralhas, sem sorrisos, e apenas com vazios, no teu sofá, no teu quarto, no teu escritório. continua tudo igual, tal e qual como tu o deixas-te, ninguem teve coragem, de destruir as tuas coisas.
praia das maçãs, almoçageme. caminhos de ferro, eléctricos, que eu dizia que me elevavam, até ao céu. hoje ando no electrico, e já não me leva ao céu, ao fazer castelos com a prima, já não sou a princesa, contigo eu ia a todo o lado, era tudo quando me davas a mão.
tenho saudades tuas, amo-te @
independência

ao escrever-te oiço ao longe a batida que há uns tempos me dedicas-te. Miss independent. e lembro-me das poucas coisas que me faziam chorar, dos maus momentos em que tive sozinha e em que me deixaste sozinha, e nunca me deste a mão, para me puxares para cima. ganhei-te um ódio por te teres tornado desse pedaço de garanhão que hoje és, mas no fundo ainda sinto o meu coração dentro de ti, ainda sinto o teu cheiro nas minhas coisas, e ainda sinto as tuas mãos a puxarem-me para perto de ti, a sentir os teus lábios a tocarem de leve nos meus, e a seguirem pelo meu pescoço até chegarem ao meu ouvido, e me sussurrares 'amo-te carolina'. eram rituais nossos, que hoje foram enrolados, com todo o meu passado. hoje apenas me lembrei, porque ao longe conheci a batida que tinha feito parte da nossa banda sonora. e por momentos, lembrei-me de cartas antigamente escritas, de palavras que me costumavam chegar aos ouvidos. olhei para o lado, mas não te encontrei, apenas um vazio, apetecia-me dançar contigo nos meus braços, embalado na musica.
por momentos fechei os olhos, e senti as tuas mãos a puxarem-me, mas abri os olhos, não queria voltar a amar-te, não queria voltar aquele ano, não, não e não.
sentei-me e recuperei o folêgo, olhei a minha volta, e deparei-me com um caderno, em que só tinha cartas tuas, e no fundo deparei-me com uma fotografia tua.
fechei o caderno, foi o fim ha muito tempo, nao pode continuar a ser a realidade, es apenas o sonho do meu passado
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