era uma vez (...) e viveram felizes para sempre. FIM
e era assim que todas as noites ela adormecia depois de a avó lhe contar uma história e lhe desejar bons sonhos. apaga as luzes, e esta adormece, como uma pequenina princesa. viaja para longe, durante uma noite, e dentro da sua cabeça tudo acontece. esta noite pode ser uma pop star, mas amanha já pode ser uma princesa. vive cada noite como uma lutadora, vence sempre, tudo o que tem a vencer, e é feliz. faz de tudo para ser quem quer, e durante umas horas esquece tudo o que existe de mau. e quando acorda na manhã seguinte tem sempre uma nova historia para contar.
segunda-feira
domingo
nove um
é engraçado como tudo muda de um dia, para uma noite; é lindo de se assistir a uma bela história de amor, tal e qual como a nossa foi. e sei que muita gente gostou de assistir, àquilo que foi o nosso era uma vez. mas não foi lindo a maneira de como tudo acabou, foi tudo de uma forma tão (...) repentina, tudo tão rápido, que nem tive tempo para te dizer o quanto te amava, o quão especial para mim eras. queria-te ter dito tantas coisas, coisas lindas de se ouvirem, coisas que só te iam deixar ainda mais convencido, mas isso não interessa. na realidade, aquilo que foi a nossa história morreu naquele sitio onde nasceu, ficou lá enterrada, mesmo que quando eu tenha entrado nesta escola, ainda te amasse e precisasse de ti de uma forma que nem eu sei explicar. a "magia" desapareceu, para ti, e com o passar do tempo deixas-te que magia do meu amor por ti, também morresse, fizeste tudo, e deste-me todas as razões para eu te odiar, para eu fazer tudo, menos amar-te. mas mesmo assim eu encontrava-te naqueles sítios onde era costume parares com os teus amigos, e sentia o quanto te amava. hoje a imaginação volta, principalmente, quando me cruzo contigo, ai recordo-me de tantas coisas. acredito, que te afastas-te só para o meu bem, só para a minha felicidade, e eu entendo isso, mas vou-te dizer para não voltares a cometer um erro tão grande, novamente. essa tua decisão magoou-me tanto, fez tudo ser mais difícil e abriu ainda mais aquela ferida, tornou as cicatrizes novamente em feridas. eu amava-te mais do que qualquer coisa, eu fazia qualquer coisa para te ter. eu conheci-te quando eras a melhor pessoa do mundo, quando ias a qualquer lugar por aqueles que amavas, quando fazíamos os nossos planos de futuro, quando dizias que me amavas e que eu era tudo na tua vida.
tudo acabou, mas eu sei que no fundo foi o melhor, para ambos, juntos não íamos ser felizes, apenas iríamos ter alguma alegria. hoje, mais que nunca quero-te agradecer por me teres deixado da pior forma do mundo, por me teres negado um abraço que me iria levar á lua. se tu não te tivesses afastado, eu sei que não iria aguentar.
obrigada por tudo, pequenino. sê feliz.
sábado
meu, para sempre !
encontrei uma fotografia, espalhada pelo chão do quarto. estavas tão feliz, ainda eras aquele homem forte, que me segurava pela mão para não tropeçar, aquele homem que me pegava ao colo e andava as voltas comigo; olhei de relance para o meu sorriso, e deparei-me que eu era uma criança tão feliz quando tu estavas comigo, tinha um brilho especial no olhar, um brilho de uma pessoa feliz, de alguém que tinha tudo na vida, e na realidade eu tinha tudo, tinha o meu homem comigo, que me dava a mão para andarmos, que corria atrás de mim, quando eu decidia fugir, que me dava balanço nos baloiços, que ia comigo dar comida aos patos lá do lago. ao olhar para a fotografia, senti algo a cair pela cara, eram lágrimas, pequenas gotas de água, que hoje me consomem, cada vez que penso em ti, e cada vez que me lembro que tu já não estás aqui comigo. tenho tantas coisas para te contar, tantos segredos para te segredar, tantas coisas para te confessar. lembro-me que em pequenina dizia quando for grande, eu quero ser como avô. o céu ficou negro naquela longa tarde de abril, e por momentos tudo se passou na minha cabeça, dos tristes momentos, ás alegrias. dos natais, ás festas de anos, aos almoços de domingo, e ás férias de verão. no principio, eu não percebia o porque de não apareceres nos almoços de domingo, e não entendia porque é que o meu homem de força ficava na cama e me dizia que não tinha forças para se levantar, mas depois deparei-me com a missa de corpo presente, e vi-te deitado naquele caixão, sem respirares, apenas estavas presente, mas (...) foi horrivel, e hoje ainda são imagens que me consomem, e o que mais me custa, é ter essa imagem presente, e não a imagem do homem que eras, do meu avô, da minha força, e só a olhar para as fotos, é que me recordo vagamente, que em tempos tiveste força, foste forte ao ponto de me transmitires toda a tua força.
ao tocar na areia, recordo-me que foi naquela areia, que fizemos tantas caminhadas, que demos tantos passeios, areia esta, que brincavamos no verão. ao entrar naquela mansão, sinto-a vazia, e sem muralhas, sem sorrisos, e apenas com vazios, no teu sofá, no teu quarto, no teu escritório. continua tudo igual, tal e qual como tu o deixas-te, ninguem teve coragem, de destruir as tuas coisas.
praia das maçãs, almoçageme. caminhos de ferro, eléctricos, que eu dizia que me elevavam, até ao céu. hoje ando no electrico, e já não me leva ao céu, ao fazer castelos com a prima, já não sou a princesa, contigo eu ia a todo o lado, era tudo quando me davas a mão.
tenho saudades tuas, amo-te @
ao tocar na areia, recordo-me que foi naquela areia, que fizemos tantas caminhadas, que demos tantos passeios, areia esta, que brincavamos no verão. ao entrar naquela mansão, sinto-a vazia, e sem muralhas, sem sorrisos, e apenas com vazios, no teu sofá, no teu quarto, no teu escritório. continua tudo igual, tal e qual como tu o deixas-te, ninguem teve coragem, de destruir as tuas coisas.
praia das maçãs, almoçageme. caminhos de ferro, eléctricos, que eu dizia que me elevavam, até ao céu. hoje ando no electrico, e já não me leva ao céu, ao fazer castelos com a prima, já não sou a princesa, contigo eu ia a todo o lado, era tudo quando me davas a mão.
tenho saudades tuas, amo-te @
independência

ao escrever-te oiço ao longe a batida que há uns tempos me dedicas-te. Miss independent. e lembro-me das poucas coisas que me faziam chorar, dos maus momentos em que tive sozinha e em que me deixaste sozinha, e nunca me deste a mão, para me puxares para cima. ganhei-te um ódio por te teres tornado desse pedaço de garanhão que hoje és, mas no fundo ainda sinto o meu coração dentro de ti, ainda sinto o teu cheiro nas minhas coisas, e ainda sinto as tuas mãos a puxarem-me para perto de ti, a sentir os teus lábios a tocarem de leve nos meus, e a seguirem pelo meu pescoço até chegarem ao meu ouvido, e me sussurrares 'amo-te carolina'. eram rituais nossos, que hoje foram enrolados, com todo o meu passado. hoje apenas me lembrei, porque ao longe conheci a batida que tinha feito parte da nossa banda sonora. e por momentos, lembrei-me de cartas antigamente escritas, de palavras que me costumavam chegar aos ouvidos. olhei para o lado, mas não te encontrei, apenas um vazio, apetecia-me dançar contigo nos meus braços, embalado na musica.
por momentos fechei os olhos, e senti as tuas mãos a puxarem-me, mas abri os olhos, não queria voltar a amar-te, não queria voltar aquele ano, não, não e não.
sentei-me e recuperei o folêgo, olhei a minha volta, e deparei-me com um caderno, em que só tinha cartas tuas, e no fundo deparei-me com uma fotografia tua.
fechei o caderno, foi o fim ha muito tempo, nao pode continuar a ser a realidade, es apenas o sonho do meu passado
sexta-feira
foi o best :$
(...)em 8 meses conheçi uma pessoa com uma garra enorme com uma garra de uma lutadora espectacular, como nunca tinha encontrado numa pessoa +.+.
A nossa amizade ira sempre ser aquela amizade , a que jamais deixarei fugir entre os dedos, nunca vou deixar que a nossa amizade se entrelace e vá com o vento prometo (...)
Leonardo Sousa, always (L)
A nossa amizade ira sempre ser aquela amizade , a que jamais deixarei fugir entre os dedos, nunca vou deixar que a nossa amizade se entrelace e vá com o vento prometo (...)
Leonardo Sousa, always (L)
meu irmão
desde que me lembro que tens sido o único rapaz que nunca me desiludiu aquele que nunca me deixou sozinha e que sempre me apoiou, desde os tempos em que iamos para a grande lisboa a correr atrás dos pombos, até aos dias de hoje, em que ficamos a falar em tua casa sobre namorados e namoradas.
tu não és uma pessoa qualquer, tu não és um rapaz qualquer, tu és o rapaz mais especial, aquele que consegue cativar toda a gente com um único sorriso. para mim, significas mais do que qualquer coisa, tu não és um simples amigo, tu pertences-me tal e qual como eu te pertenço, dentro de mim, ha sempre qualquer coisa a puxar-me para junto de ti, tu não és um amigo, não és um melhor amigo, és um irmão mais velho que toma conta de mim sempre que preciso, que me dá a mão quando mais de metade dos parvalhões me despedaça o coração. curas cada ferida até ao ultimo ponto, e até ficas comigo até cada arranhão sarar. consegues por-me a acreditar em coisas que não iria acreditar se não fosses tu; por momentos, quando penso em desistir, lembro-me que tu existes, e que vais estar do meu lado, quando me magoarem, quando o meu coração voltar a precisar de ser reconstruido com total amor, carinho e paciência, e é aí qe eu me mando de cabeça, que faço tudo, só por ter a certeza de que tudo vai ficar bem, mesmo que tenha feito a maior asneira, eu sei que no teu colo eu vou poder sempre chorar, pois tu nunca me vais deixar mal.
queria-te agradecer por tudo, mas antes devo um obrigada aos meus padrinhos, por terem feito vir ao mundo uma das coisas mais importantes para mim, por terem dado ao mundo, uma pessoa espectacular, uma dos melhores amigos que alguem poderia ter. eu amo-teeeee
tu não és uma pessoa qualquer, tu não és um rapaz qualquer, tu és o rapaz mais especial, aquele que consegue cativar toda a gente com um único sorriso. para mim, significas mais do que qualquer coisa, tu não és um simples amigo, tu pertences-me tal e qual como eu te pertenço, dentro de mim, ha sempre qualquer coisa a puxar-me para junto de ti, tu não és um amigo, não és um melhor amigo, és um irmão mais velho que toma conta de mim sempre que preciso, que me dá a mão quando mais de metade dos parvalhões me despedaça o coração. curas cada ferida até ao ultimo ponto, e até ficas comigo até cada arranhão sarar. consegues por-me a acreditar em coisas que não iria acreditar se não fosses tu; por momentos, quando penso em desistir, lembro-me que tu existes, e que vais estar do meu lado, quando me magoarem, quando o meu coração voltar a precisar de ser reconstruido com total amor, carinho e paciência, e é aí qe eu me mando de cabeça, que faço tudo, só por ter a certeza de que tudo vai ficar bem, mesmo que tenha feito a maior asneira, eu sei que no teu colo eu vou poder sempre chorar, pois tu nunca me vais deixar mal.
queria-te agradecer por tudo, mas antes devo um obrigada aos meus padrinhos, por terem feito vir ao mundo uma das coisas mais importantes para mim, por terem dado ao mundo, uma pessoa espectacular, uma dos melhores amigos que alguem poderia ter. eu amo-teeeee
podia muito bem ter sido para sempre
o telefone dele tocava, e ele por teimosia, ou até mesmo por orgulho não quis atender, continuava a negar a verdade. o nome dela lá estava, mantinha-se igual desde Dezembro. melhor coisa da minha vida @. tudo estava a mudar, e ele não queria magoá-la, sabia que com ele, ela nunca iria ser feliz. ele queria atender, mas se ouvisse a voz dela, ele iria cair, iria-lhe dizer o quanto a amava, e que ela era tudo para ele e que precisava sempre dela. chegara a altura de parar de a magoar, ele não podia atender, desligou o telemóvel, e deixou-a em pânico, ela sentiu que amanha tudo ia ser diferente, sabia que tinha acabado, mesmo que ele não lhe tenha dito, só não sabia o porque. ela amava-o cada vez mais, e ele estava a deixa-la para trás, e com ela apenas ficaram pedaços do seu coração que lhe estava a saltar pelo peito. sentiu a cara lavada em lágrimas, e que o chão lhe estava a fugir dos pés, estava a beira de um abismo, em que se desse um passo, caia e nunca mais se ia levantar. no dia seguinte, quando se levantou, pela primeira vez, em três meses, ela quis ficar em casa, e tentou mentir aos pais, a dizer que estava doente. não iria ser capaz de entrar na escola, e de se defrontar com ele, sabia que se ia afastar, e que nunca mais iam falar. ela não sabia que era para o bem dele.
quando entrou por aquele portão, sentiu toda a gente a perguntar-lhe o porque de não estar com ele, porque é que ele estava lá em cima, e não ali com ela. sentiu-se a fracassar, e em seguida sentiu as lágrimas a escorrem-lhe pela cara, e sentiu medo, pois sabia que ele não estava ali para a amparar a queda.
sentiu uns braços a puxarem-na para fora daquele circulo, alguém que já sabia o que se tinha passado, alguém que me ia dar força, alguém em quem iria poder confiar.
"minha pequenina já sei o que se passou, já falei com ele. antes de mais quero que prometas que não vais chorar, mesmo que te pareça impossível, mas sê forte, mostra toda a tua garra, tu consegues, e eu vou estar sempre aqui"
os meses foram passando, até que chegou o mês de Junho, e o dia 19 ansiava ser o dia da despedida, abraçada a uma das melhores, ela disse-lhe agora, só daqui a um ano, é que me vou voltar a cruzar com ele, quem sabe. mas é quando lhe soa que ele vai para a mesma escola dela, e é então que se lembra das promessas que ele lhe fazia, do futuro que anciávam ter juntos. sentiu novamente as lágrimas a caírem, e é então que o vê desaparecer no meio da multidão, e sentiu-se perdida num labirinto sem saída.
os três meses de verão passaram-se, entre encontros e desencontros, com conversas no meio, que aliviavam as saudades.
no dia 13 de setembro, correu para a escola, para o ver, mas tudo continuava igual.
e hoje, está aqui a escrever, a contar aquilo que podia muito bem ter sido o seu para sempre
quando entrou por aquele portão, sentiu toda a gente a perguntar-lhe o porque de não estar com ele, porque é que ele estava lá em cima, e não ali com ela. sentiu-se a fracassar, e em seguida sentiu as lágrimas a escorrem-lhe pela cara, e sentiu medo, pois sabia que ele não estava ali para a amparar a queda.
sentiu uns braços a puxarem-na para fora daquele circulo, alguém que já sabia o que se tinha passado, alguém que me ia dar força, alguém em quem iria poder confiar.
"minha pequenina já sei o que se passou, já falei com ele. antes de mais quero que prometas que não vais chorar, mesmo que te pareça impossível, mas sê forte, mostra toda a tua garra, tu consegues, e eu vou estar sempre aqui"
os meses foram passando, até que chegou o mês de Junho, e o dia 19 ansiava ser o dia da despedida, abraçada a uma das melhores, ela disse-lhe agora, só daqui a um ano, é que me vou voltar a cruzar com ele, quem sabe. mas é quando lhe soa que ele vai para a mesma escola dela, e é então que se lembra das promessas que ele lhe fazia, do futuro que anciávam ter juntos. sentiu novamente as lágrimas a caírem, e é então que o vê desaparecer no meio da multidão, e sentiu-se perdida num labirinto sem saída.
os três meses de verão passaram-se, entre encontros e desencontros, com conversas no meio, que aliviavam as saudades.
no dia 13 de setembro, correu para a escola, para o ver, mas tudo continuava igual.
e hoje, está aqui a escrever, a contar aquilo que podia muito bem ter sido o seu para sempre
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